Diz o Monárquico Cavaco! (por Jacinto Furtado)

VotoO presidente da república que envergonha a república içando a bandeira nacional de pernas para o ar ou simplesmente não cumprindo as suas mais básicas obrigações, como por exemplo estar presente nas cerimónias comemorativas da proclamação da república disse hoje, a bem da nação, que “Quem opta pela abstenção, prescinde de ter uma voz ativa e de participar na construção de um Portugal mais desenvolvido e mais justo”.

Esta é sem dúvida uma das poucas afirmações proferidas por Cavaco Silva que merecem de todos a máxima atenção, vamos repetir, “Quem opta pela abstenção, prescinde de ter uma voz activa e de participar na construção de um Portugal mais desenvolvido e mais justo”.

Votar não é um direito, é um dever, não há justificação para um cidadão não cumprir o seu dever, não é aceitável que o destino do País seja considerado por alguns como uma contrariedade que lhes atrapalha os planos do fim-de-semana.

Deixar nas mãos dos outros a decisão não é uma forma de protestar, não é uma forma de preguiça, é mesmo uma questão de estupidez cívica, uma questão de cobardia. É nosso dever através do voto decidirmos o caminho a seguir.

Sim porque queremos ter voz activa, sim porque queremos participar, sim porque queremos um Portugal mais desenvolvido, sim porque queremos um Portugal mais justo e sim porque vemos, porque ouvimos, porque lemos, não podemos ignorar que o poder está nas mãos do Povo, está à distância de um voto.

Não ignorem que os apelos à abstenção e a concretização desta mais não fazem que permitir que a sua abstenção seja uma arma nas mãos dos que votam, nas mãos dos que vão decidir por si o futuro, o tal futuro que queremos activo, participado, desenvolvido e justo.

Para o tal futuro, o tal activo, participado, desenvolvido e justo contam apenas os votos válidos, os nulos, os brancos e as abstenções não servem para nada. Não acreditem nos contos para embalar crianças que vos contam dizendo que há lições a retirar de grandes abstenções, ou de um baixo número de votos válidos, se há ninguém as retira e vocês que não votaram perderam a oportunidade de decidir o vosso futuro.

Têm dúvidas? Ponham os olhos nas eleições que elegeram Cavaco Silva como presidente da república, uma pequena percentagem de eleitores elegeu um presidente da república, que devia ser de todos os portugueses, aconteceu assim porque muitos resolveram ficar em casa.

Depois não se queixem, a vossa não escolha foi a vossa escolha.

Eu voto!… A bem da nação!!!

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