A tragédia moderna

Algo está podre no reino dos negócios privados com a governação pública. Andam a estraçalhar o Sócrates como cães raivosos. É minha percepção de que há culpas e responsabilidades de sobra. Não gosto dele, deve ser mais um dos deslumbrados com o dinheiro e poder. Nada que não tenhamos já lido e visto noutras novelas.…

Já ninguém telefona ao Miterrand (por Anabela Ferreira)

– o título podia ser mais parvo já que a conversa é sobre impostos e civilização- O Ricardo Salgado- para ganhar uns trocos e pagar a conta do aquecimento, é comentador nos jornais – escreveu a agradecer a Mário Soares ter-lhe ajudado a salvar os bens financeiros da família. MS – ouvi a entrevista –…

“E Agora? Desistir?!” (por João de Sousa*)

O que fazer agora, Caro Leitor(a) Leitor(a)? Desistir? Colocar umas meias ao pescoço, amarradas umas às outras , e enforcar-me? Um ataque cardíaco? Quebrar o pescoço no gradeamento do beliche? Mas eu não pratiquei nenhum hediondo crime para sentir qualquer sentimento de culpa ou desprezo pela minha pessoa. Não matei, não violei, não roubei, não…

A Questão Não é Essa… (por Arnaldo Matos)

Na sua mais recente função de caixote do lixo, o Conselho Superior da Magistratura veio ontem à noite circular um comunicado da Comarca de Lisboa sobre a medida coactiva de obrigação de permanência na habitação, aplicada pelo juiz do Penhascoso, Carlos Alexandre, a Ricardo Salgado, quadrilheiro-mor da quadrilha de gatunos da família Espírito Santo.    …

Uma Escandalosa Vergonha de Justiça! (por Arnaldo Matos)

        Se alguém porventura ainda tinha dúvidas de que a justiça portuguesa não passava de uma farsa fascista ao serviço da classe dos grandes capitalistas, pois então esta noite deve ter perdido definitivamente as suas ilusões, quando viu Ricardo Espírito Santo Silva Salgado, o chefe da quadrilha de gatunos da família Espírito Santo, autor de múltiplos…

O LEOPARDO QUANDO MORRE DEIXA A SUA PELE (por Estátua de Sal*)

Ricardo Salgado, hoje, na Comissão Parlamentar de Inquérito. Fala uma hora e lê um longo texto. Desmonta várias acusações que lhe são apontadas na auditoria forense. Apresenta fac­tos, alguns inatacáveis. Aponta fragilidades óbvias à auditoria forense, algumas inatacáveis e indesmentíveis. E passa ao ataque. Às hesitações do Banco de Portugal no período pré-resolução do BES.…